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Martha Gabriel
por Martha Gabriel, 3 de abril de 2017

O sonho humano de criar tecnologias que solucionem todas as dimensões da vida é tão antigo quanto a alquimia buscando transformar metais comuns em ouro. No entanto, a história nos ensina que toda bênção tecnológica vem acompanhada de alguma maldição – não existem tecnologias neutras, todas trazem impactos positivos e negativos, transformando a civilização.

Conforme a penetração tecnológica na sociedade tem acelerado e as possibilidades de se viver eternamente começam a ser uma possibilidade e não mais apenas ficção científica distante, as reflexões sobre como as tecnologias transformam as nossas vidas têm dado lugar às reflexões de como as tecnologias nos transformam como seres humanos. Wearables e nanotecnologia proporcionam que implantes tecnológicos no nosso organismo sejam cada vez mais comuns, o que no limite podem nos transformar em híbridos de homem/computador. Isso pode ser a aurora de uma nova raça humana ou o seu fim como conhecemos. Talvez essa seja a maior transformação na evolução humana desde o “homo sapiens sapiens”.  Qual será, então, o futuro do “homo digitalis”? Se a tecnologia puder resolver todos os nossos problemas e nos tornarmos eternos, o que mais quereremos?

Para nos ajudar nessa reflexão, lancei mão do imaginário coletivo trazido pelo cinema desde o seu início, portanto quase um século de produção e reflexão. A intenção não é trazer as sinopses dos filmes/séries, mas as reflexões sobre cada um deles, de forma a pensar o impacto da tecnologia ali apresentada, conectando com o panorama amplo da evolução humana – o foco não é na tecnologia, mas no humano e nas implicações sociais, comportamentais, éticas, cognitivas articuladas por ela. Todos os filmes/séries aqui listados tratam de tecnologia (ou a falta dela) em algum grau, sendo na sua maioria ficção – portanto, a minha análise aqui não tem a pretensão de mostrar o futuro da humanidade, mas busca apenas auxiliar na reflexão sobre suas possibilidades e o que podemos ou devemos querer em função disso.

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