Futurismo: os futuros de hoje não são mais como os de antigamente

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Martha Gabriel
por Martha Gabriel, 6 de julho de 2021

Se por um lado não é possível prever o futuro, por outro, podemos, sim, escolher as melhores opções de caminhos para cria-lo. Enquanto o futuro acontece para alguns, ele é determinado por outros — a diferença entre ser vítima ou estrategista do tempo reside na habilidade de conseguir enxergar no presente as sementes dos possíveis cenários emergentes. O domínio dessa competência nos permite modificar nossas ações no presente para evitar futuros indesejados (como, por exemplo, uma catástrofe climática) e favorecer os que mais nos beneficiariam (como um mundo human-centric super smart da Sociedade 5.0).

Para tanto — estudar e criar futuros —, contamos com inúmeras metodologias que configuram um campo de estudo denominado Foresight, Futures Studies, ou, mais popularmente conhecido no Brasil como Futurismo. Essa disciplina existe formalmente há décadas e tem sido praticada com sucesso por inúmeros institutos de futuros, think tanks, e indivíduos notáveis do século passado, como Arthur Clarke, Buckminster Fuller, Alvin Toffler, entre outros. No entanto, se o assunto não é novidade, por que temos visto recentemente um aumento tão significativo no interesse pelo tema? Porque os futuros de hoje não costumam ser mais como os de antigamente, fazendo com que os conhecimentos e práticas de estudos de futuros tornem-se cada vez mais necessários para o sucesso de qualquer instituição ou indivíduo. Vejamos…

 

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